Tudo ficará bem, tudo ficará bem, e toda a espécie de coisa ficará bem

Julian of Norwich

Revelações do Amor Divino, capítulo 27


Há espaço nesta frase. A repetição mantém-no aberto, até nas coisas que mal sabemos nomear. Juliana não conhece o dia de quem a lê. Ainda assim, as suas palavras podem acompanhar esse dia. Cada pessoa ouve nelas o que consegue ouvir, no ponto do caminho em que está.

Da biblioteca: Revelations of Divine Love, Julian of Norwich

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